Mês das Juventudes leva cultura, cuidado e cidadania a jovens atendidos pelo Centro POP
Atividade desta terça-feira (29) amplia o acesso às políticas de juventude e leva cultura e cuidado a jovens em situação de vulnerabilidade
Texto: Djeisan Maria
- Foto: Samyr Dionísio
A política pública de juventude também precisa chegar a quem, muitas vezes, não consegue chegar até ela. É com esse olhar que a Prefeitura da Serra realiza, nesta terça-feira (29), às 13h, no Centro POP, uma programação do Mês das Juventudes voltada aos jovens atendidos pelo serviço.
A iniciativa busca ampliar a inclusão e o acesso das juventudes às políticas públicas, considerando diferentes trajetórias, necessidades e formas de participação. A programação reúne cultura, expressão artística, cuidado e cidadania em um espaço de convivência e escuta.
Entre as atividades estão batalha de rima, apresentação de música autoral de um jovem que já possui trajetória de atendimento pelo Centro POP, construção de um mural artístico e corte de cabelo.
Segundo os organizadores, a proposta reconhece que os jovens vivem realidades diferentes e que alguns enfrentam barreiras maiores para acessar serviços, oportunidades e direitos. Por isso, ampliar o alcance da política de juventude também significa criar formas de escuta, acolhimento e participação que considerem essas diferentes trajetórias.
Para o prefeito da Serra, Weverson Meireles, ampliar o acesso às políticas públicas é fundamental para garantir que mais jovens tenham acesso a oportunidades e direitos. “Quando falamos em políticas públicas para a juventude, precisamos olhar para todos e para as diferentes realidades que existem na nossa cidade. Essa ação mostra que a Prefeitura está presente e quer garantir que ninguém fique de fora, levando oportunidades, cultura, cuidado e acesso a direitos para quem mais precisa”, destaca o prefeito Weverson Meireles.
Para a secretária de Direitos Humanos e Cidadania, Rosana Fagundes, a inclusão passa por reconhecer as diferentes trajetórias das juventudes e criar estratégias para chegar até elas. “Não podemos esperar que todos os jovens procurem a política pública da mesma forma. Precisamos estar nos territórios, ouvir, acolher e criar oportunidades de participação. É assim que construímos uma política de juventude mais democrática e conectada com a realidade dos jovens”, afirma.